Curupira e a COP: quem anda mais para trás?

Para começo de conversa, deixo bem claro: eu amei o mascote da COP30. O curupira é uma ótima representação para a proposta do encontro de novembro. Como guardião das florestas e ícone cultural do Norte do Brasil, une o objetivo do encontro com a identidade de quem recebe o mundo para pensar o meio ambiente…

Como explicar o meu amor?

Como posso explicar o que sinto? Como posso nomear,  se o que sinto me causa arrepios calafrios que me percorrem o corpo inteiro  atentam contra a minha natureza mais selvagem  e contribuem para aquela que tem sido formadora de quem eu sou,  a minha natureza; mais que a selvageria que os bichos humanos costumam respeitar…